EU ODEIO CELULAR!
Não, eu não quero utilizar um termo mais ameno, porque o sentimento que melhor descreve é este!
O celular tem me roubado muitas coisas, me tirado tantas outras e a cada dia eu desejo poder me livrar um pouco mais dele...
Eu já fico irritada comigo mesma quando permito que o celular me tome o tempo que podia ser para outras coisas. Detesto quando percebo que os minutos se passaram e, se somar, horas preciosas me tiraram aprendizados, histórias e momentos incríveis. Abomino quando, nem sempre sem querer, eu perdi algo que uma pessoa estava falando porque decidi dar atenção ao celular e, depois, quando levanto os olhos e exergo novamente aquela pessoa na minha frente...ah! Já passou, ela disse, ela me contou, ela me olhava, mas eu já perdi aquele instante. Eu já bati o carro por olhar o celular. Eu já devo ter sentido saudades de mim mesma, dos meus pensamentos e devaneios, da minha solitude com Deus, em razão do celular ter me tomado tudo isso.
Mas até aqui eu falei de mim, eu penso nestas coisas e sei que sou responsável por elas e também sei que posso mudá-las (ao menos daqui para frente). Sou senhora destes sentimentos e arrpendimentos. Mas há uma outra parte que dói e que não está ao meu alcance. Não pertence a mim, mesmo quando eu queria muito.
Sim, a parte que eu mais odeio é quando se trata da ação furtiva do celular sobre as pessoas em geral. Eu já fui mal atendida em vista de um profissional ao celular. Só que este ainda não é o pior. Eu já perdi olhares numa reunião em família para o bendito celular. Já passei pela situação de não me ouvirem e nem escutarem pelo fato de seus ouvidos estarem no aparelho telefônico (e algumas vezes ele nem emetia som). Eu já perdi a presença do homem que amo, porque o celular o arrastou para longe de mim, mesmo estando perto. Eu já briguei com alguém que defendia o celular, mas sem perceber que o fazia.
O celular cega.
Cega olhos, ouvidos, bocas e corações.
Já vi propagandas sobre as vantages de ter um celular, mas nunca me contaram sobre o que ele poderia tirar de mim.
Este ladrão tão presente e cheio de atrativos e também necessário, sob vários aspectos, ele conquistou lugares que já foram meus e me sinto numa constante disputa onde ora eu retomo estes lugares e ora eu sou derrotada.
Quanto a mim, sigo aprendendo e me desafiando. quanto aos outros, continuo amando.
O duro é saber que o mesmo que me rouba amores, também já me levou pra perto deles quando a distância era real. Nem sempre foi assim....as cartas também já fizeram isso rs.
Mas, no fundo ou em algum lugar de mim eu odeio o celular!
Não, eu não quero utilizar um termo mais ameno, porque o sentimento que melhor descreve é este!
O celular tem me roubado muitas coisas, me tirado tantas outras e a cada dia eu desejo poder me livrar um pouco mais dele...
Eu já fico irritada comigo mesma quando permito que o celular me tome o tempo que podia ser para outras coisas. Detesto quando percebo que os minutos se passaram e, se somar, horas preciosas me tiraram aprendizados, histórias e momentos incríveis. Abomino quando, nem sempre sem querer, eu perdi algo que uma pessoa estava falando porque decidi dar atenção ao celular e, depois, quando levanto os olhos e exergo novamente aquela pessoa na minha frente...ah! Já passou, ela disse, ela me contou, ela me olhava, mas eu já perdi aquele instante. Eu já bati o carro por olhar o celular. Eu já devo ter sentido saudades de mim mesma, dos meus pensamentos e devaneios, da minha solitude com Deus, em razão do celular ter me tomado tudo isso.
Mas até aqui eu falei de mim, eu penso nestas coisas e sei que sou responsável por elas e também sei que posso mudá-las (ao menos daqui para frente). Sou senhora destes sentimentos e arrpendimentos. Mas há uma outra parte que dói e que não está ao meu alcance. Não pertence a mim, mesmo quando eu queria muito.
Sim, a parte que eu mais odeio é quando se trata da ação furtiva do celular sobre as pessoas em geral. Eu já fui mal atendida em vista de um profissional ao celular. Só que este ainda não é o pior. Eu já perdi olhares numa reunião em família para o bendito celular. Já passei pela situação de não me ouvirem e nem escutarem pelo fato de seus ouvidos estarem no aparelho telefônico (e algumas vezes ele nem emetia som). Eu já perdi a presença do homem que amo, porque o celular o arrastou para longe de mim, mesmo estando perto. Eu já briguei com alguém que defendia o celular, mas sem perceber que o fazia.
O celular cega.
Cega olhos, ouvidos, bocas e corações.
Já vi propagandas sobre as vantages de ter um celular, mas nunca me contaram sobre o que ele poderia tirar de mim.
Este ladrão tão presente e cheio de atrativos e também necessário, sob vários aspectos, ele conquistou lugares que já foram meus e me sinto numa constante disputa onde ora eu retomo estes lugares e ora eu sou derrotada.
Quanto a mim, sigo aprendendo e me desafiando. quanto aos outros, continuo amando.
O duro é saber que o mesmo que me rouba amores, também já me levou pra perto deles quando a distância era real. Nem sempre foi assim....as cartas também já fizeram isso rs.
Mas, no fundo ou em algum lugar de mim eu odeio o celular!
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